Um transeunte sem nome,uma figura solitária numa esquina,uma pessoa passando apressadamente.Poderia ser qualquer um.Alguém chegando,partindo,vivendo em nossa sociedade anônima.Um elemento na multidão,entre a maioria silenciosa.Aquele dentro de nós que grita,canta,sonha.É este o Quindam que o cirque de Soleil celebra.
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